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[obm-l] Re:
Bem Artur, eu estou convencido de que f(x^2) n�o �
peri�dica, mas n�o sei se entendi bem esta �ltima
demonstra��o. Achei meio complicada para o meu n�vel.
Mas, ainda tratando deste problema (que � muito
interessante), deixa eu recaptular as conclus�es das
mensagensa anteriores, para ver se tu e o Cl�udio
concordam:
g(x) = f(u(x))
- Se u(x) for peri�dica -> g(x) � per��dica. N�o se
pode saber o per�odo de g(x), mas pode-se afirmar que
pG = pU/n , onde pG = per�odo de g(x), pU = per�odo de
u(x), n � um n�mero inteiro = 1, 2, 3,... Prova-se
isso com:
g(x + pU) = f(u(x + pU)) = f(u(x)) = g(x)
O exato valor de pG vai depender do caso, da imagem de
u(x, da forma de f(x), etc.
- Se f(x) � per�odica e u(x) � n�o peri�dica, g(x) n�o
ser� peri�dica, exceto se u(x) for linear. Pode-se
provar isto adaptando qualquer uma das formas que
usamos para provar que f(x^2) era n�o per�odica,
certo?
Por fim, se nem f(x) nem g(x) forem per�odicas, nada
se pode afirmar a priori. J� que, como mostrou o
Cl�udio, g(x) poder� ser� peri�dica mesmo nesta
situa��o.
Seria isso?
Sds, Dem�trio
--- Artur Costa Steiner <artur@opendf.com.br>
escreveu:
> Amigos Cl�udio e Dem�trio
> pesquisei na Internet sobre aquela quest�o da fun��o
> peri�dica e encontrei
> esta outra prova de que f(x^2) n�o � peri�dica.
> Achei interessante, apesar
> de eu ter ficado com algumas d�vidas.
> O que voc�s acham dela?
> Artur
>
> > Suppose f:R->R is continuous, periodic and
> non->constant on R. Then, is it
> possible that g(x) = f(x^2) is periodic on R?
> >
> Here is another, almost elementary approach.
> Let f(x) be continuous and periodic with period
> T>0. Suppose that
> M=maxf(x), m=minf(x). Let's say that f(x) makes an
> "inversion" in the
> segment [a,b], if f({a,b})={m,M} and m<f(x)<M for
> any x in (a,b).
> Define now the "inversion index" of f in some
> segment I as the sum of
> all inversions of f in I. We shall denote it by
> Inv(f(x),I).
> It is easy to see that the inversion index is
> finite and positive on
> any (bounded) segment of length > T.
> Suppose now that g(x)=f(x^2) is periodic with
> period p>0. Then
> f(x^2) = f(x^2+2px+p^2), x in
> R.
> Making a change of the variable we get
> f(x) = f(x+2p.sqrt(x)+p^2), x>
> =0.
> Set for convenience h(x) = 2p.sqrt(x)+p^2, so
> f(x) = f(x+h(x)), x> =0.
> Consider now the map x -> x+h(x). It is clearly
> strictly monotone.
> Take some sufficiently large segment [0,N], then its
> image is the
> segment [h(0),N+h(N)]. Hence the above formula gives
> that the
> inversion indices of f(x) over these two segments
> should coincide:
> Inv(f(x), [0,N]) = Inv(f(x),
> [h(0),N+h(N)]).
> But this is impossible, as h(N) ->infinity so the
> difference between
> the lengths of these segments tends to infinity as
> well and the second
> index should increase by k.Inv(f(x),[0,T]), k �
> arbitrarily large.
> It is clear that this method may be extended to
> more general situations.
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